#10. Escalas exóticas
#10. Escalas exóticas
#10. Escalas exóticas
Por Rafael Zambiazzi • 19 de Fevereiro de 2026
Por Rafael Zambiazzi • 19 de Fevereiro de 2026
Por Rafael Zambiazzi • 19 de Fevereiro de 2026
Por Rafael Zambiazzi
19 de Fevereiro de 2026
Por Rafael Zambiazzi
19 de Fevereiro de 2026
Por Rafael Zambiazzi
19 de Fevereiro de 2026
Qualquer músico sabe a importância de estudar escalas. Através delas podemos ter uma maior compreensão de intervalos, campo harmônico, transposição e por aí vai...
Fugindo um pouco das escalas comuns na vida de um musicista, neste artigo iremos abordar algumas mais "exóticas".
Certamente são ótimas ferramentas para trazer uma sonoridade mais interessante à sua música.
Qualquer músico sabe a importância de estudar escalas. Através delas podemos ter uma maior compreensão de intervalos, campo harmônico, transposição e por aí vai...
Fugindo um pouco das escalas comuns na vida de um musicista, neste artigo iremos abordar algumas mais "exóticas".
Certamente são ótimas ferramentas para trazer uma sonoridade mais interessante à sua música.
Qualquer músico sabe a importância de estudar escalas. Através delas podemos ter uma maior compreensão de intervalos, campo harmônico, transposição e por aí vai...
Fugindo um pouco das escalas comuns na vida de um musicista, neste artigo iremos abordar algumas mais "exóticas".
Certamente são ótimas ferramentas para trazer uma sonoridade mais interessante à sua música.
01. Tons inteiros
01. Tons inteiros
01. Tons inteiros
Também conhecida por hexatônica, a escala de tons inteiros é formada apenas por intervalos de tom.
É muito comum associá-la a sonhos, talvez por não sentirmos uma hierarquia entre as notas, logo, uma sonoridade mais "flutuante". Ou também pelo clichê do seu uso em momentos lúdicos e fantásticos nos filmes.
Também conhecida por hexatônica, a escala de tons inteiros é formada apenas por intervalos de tom.
É muito comum associá-la a sonhos, talvez por não sentirmos uma hierarquia entre as notas, logo, uma sonoridade mais "flutuante". Ou também pelo clichê do seu uso em momentos lúdicos e fantásticos nos filmes.
Também conhecida por hexatônica, a escala de tons inteiros é formada apenas por intervalos de tom.
É muito comum associá-la a sonhos, talvez por não sentirmos uma hierarquia entre as notas, logo, uma sonoridade mais "flutuante". Ou também pelo clichê do seu uso em momentos lúdicos e fantásticos nos filmes.
A utilização dessa escala é uma característica bem marcante na música de compositores impressionistas, principalmente em Debussy, segue abaixo seu exemplo mais icônico:
A utilização dessa escala é uma característica bem marcante na música de compositores impressionistas, principalmente em Debussy, segue abaixo seu exemplo mais icônico:
A utilização dessa escala é uma característica bem marcante na música de compositores impressionistas, principalmente em Debussy, segue abaixo seu exemplo mais icônico:
Recentemente eu me deparei com duas músicas brasileiras que possuem a escala de tons inteiros em suas introduções, fica a sugestão de escuta:
Recentemente eu me deparei com duas músicas brasileiras que possuem a escala de tons inteiros em suas introduções, fica a sugestão de escuta:
Recentemente eu me deparei com duas músicas brasileiras que possuem a escala de tons inteiros em suas introduções, fica a sugestão de escuta:
02. Octatônica
02. Octatônica
02. Octatônica
A escala octatônica possui 8 notas e é formada pela alternância de intervalos de tons e semitons. Você pode encontrar em algumas bibliografias com o nome de escala diminuta, escala dim dom ou escala de Korsakov.
A sua sonoridade é bem tensa e assim como a de tons inteiros, é um clichê do cinema.
A escala octatônica possui 8 notas e é formada pela alternância de intervalos de tons e semitons. Você pode encontrar em algumas bibliografias com o nome de escala diminuta, escala dim dom ou escala de Korsakov.
A sua sonoridade é bem tensa e assim como a de tons inteiros, é um clichê do cinema.
A escala octatônica possui 8 notas e é formada pela alternância de intervalos de tons e semitons. Você pode encontrar em algumas bibliografias com o nome de escala diminuta, escala dim dom ou escala de Korsakov.
A sua sonoridade é bem tensa e assim como a de tons inteiros, é um clichê do cinema.
O melhor exemplo que eu conheço da sua aplicação é no Prelúdio No.1 de Olivier Messiaen:
O melhor exemplo que eu conheço da sua aplicação é no Prelúdio No.1 de Olivier Messiaen:
O melhor exemplo que eu conheço da sua aplicação é no Prelúdio No.1 de Olivier Messiaen:
E para citar um exemplo popular, na introdução da música “Just” da banda Radiohead o solo da guitarra é uma escala octatônica ascendente:
E para citar um exemplo popular, na introdução da música “Just” da banda Radiohead o solo da guitarra é uma escala octatônica ascendente:
E para citar um exemplo popular, na introdução da música “Just” da banda Radiohead o solo da guitarra é uma escala octatônica ascendente:
03. Escala de Duna
03. Escala de Duna
03. Escala de Duna
Falando sobre o uso de escalas exóticas no cinema, achamos que seria interessante mencionar a escala recentemente aplicada nos dois filmes do universo Duna.
Assim como as escalas anteriores, essa aqui possui diferentes nomes: Escala harmônica dupla, escala bizantina, escala cigana maior e não vou me atrever a entrar em detalhes, mas tem uma escala indiana chamada Mayamalavagowla que contém as mesmas notas, a diferença é que em algumas há alterações de quarto de tom.
Falando sobre o uso de escalas exóticas no cinema, achamos que seria interessante mencionar a escala recentemente aplicada nos dois filmes do universo Duna.
Assim como as escalas anteriores, essa aqui possui diferentes nomes: Escala harmônica dupla, escala bizantina, escala cigana maior e não vou me atrever a entrar em detalhes, mas tem uma escala indiana chamada Mayamalavagowla que contém as mesmas notas, a diferença é que em algumas há alterações de quarto de tom.
Falando sobre o uso de escalas exóticas no cinema, achamos que seria interessante mencionar a escala recentemente aplicada nos dois filmes do universo Duna.
Assim como as escalas anteriores, essa aqui possui diferentes nomes: Escala harmônica dupla, escala bizantina, escala cigana maior e não vou me atrever a entrar em detalhes, mas tem uma escala indiana chamada Mayamalavagowla que contém as mesmas notas, a diferença é que em algumas há alterações de quarto de tom.
Para construir essa escala utilizamos os seguintes intervalos:
semitom, tom e meio, semitom, tom, semitom, tom e meio, semitom.
Para construir essa escala utilizamos os seguintes intervalos:
semitom, tom e meio, semitom, tom, semitom, tom e meio, semitom.
Para construir essa escala utilizamos os seguintes intervalos:
semitom, tom e meio, semitom, tom, semitom, tom e meio, semitom.
Conclusão
Conclusão
Conclusão
A utilização de escalas que não estamos habituados é uma ótima forma de ampliar a sua musicalidade. Com elas, podemos criar atmosferas únicas, explorar novas sonoridade e nos expressarmos de uma maneira mais autêntica.
Muito obrigado pela sua atenção,
Até a próxima!
A utilização de escalas que não estamos habituados é uma ótima forma de ampliar a sua musicalidade. Com elas, podemos criar atmosferas únicas, explorar novas sonoridade e nos expressarmos de uma maneira mais autêntica.
Muito obrigado pela sua atenção,
Até a próxima!
A utilização de escalas que não estamos habituados é uma ótima forma de ampliar a sua musicalidade. Com elas, podemos criar atmosferas únicas, explorar novas sonoridade e nos expressarmos de uma maneira mais autêntica.
Muito obrigado pela sua atenção,
Até a próxima!
Escrito por
Rafael Zambiazzi
Escrito por
Rafael Zambiazzi
Escrito por
Rafael Zambiazzi
Compositor e pianista, é responsável pela criação e produção de trilhas sonoras exibidas em salas de cinema de todo país.
Compositor e pianista, é responsável pela criação e produção de trilhas sonoras exibidas em salas de cinema de todo país.
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Leia as edições anteriores:
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© Todos os direitos reservados
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